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Diamantes cultivados em laboratório conquistam as gerações Y e Z, mas não pela sustentabilidade

Diamantes cultivados em laboratório conquistam as gerações Y e Z, mas não pela sustentabilidade


O CEO da Pandora, Alexander Lacik, questiona as crenças populares sobre o que motiva as gerações Y e Z a comprar diamantes cultivados em laboratório. Embora muitos assumam que a sustentabilidade é o fator principal, Lacik argumenta que o design atrativo e os preços acessíveis são os verdadeiros impulsionadores destas escolas.

O mercado de diamantes cultivados em laboratório está em rápida expansão, com expectativas de atingir 35,97 mil milhões de dólares até 2028. Estes diamantes custam entre 30% e 40% menos do que os extraídos, permitindo aos consumidores comprar gemas maiores ou mais desenhadas. feito do mesmo ornamento. Esta acessibilidade é especialmente atractiva para os jovens que enfrentam desafios financeiros.

Sustentabilidade: um fator menor?

Lacik afirma veementemente que “estará morto” antes que os consumidores exijam produtos exclusivamente sustentáveis ​​em joias, contrariando a percepção comum de que as gerações mais jovens priorizam práticas éticas e ecológicas. Contudo, alguns especialistas do sector observam que, para um segmento de mercado, as considerações éticas ainda desempenham um papel relevante.

Na verdade, os diamantes cultivados em laboratório representam cerca de 7% do mercado de diamantes de alta qualidade. Esta participação deve crescer, impulsionada pela maior consciência dos consumidores e pelos avanços tecnológicos que tornem a produção mais eficiente e acessível. As joias tradicionais também estão se adaptando, integrando em suas coleções opções de diamantes cultivados em laboratório.

Mudanças no mercado de luxo

A ascensão de dois diamantes cultivados reflete uma transformação mais ampla na percepção de luxo e valor. Os consumidores estão migrando para produtos que oferecem personalização e benefícios personalizados, desafiando o domínio dos diamantes extraídos. Esta mudança não apenas redefine o que significa luxo, mas também força a coexistência – e, em alguns casos, a concorrência – entre diamantes cultivados e tradicionais.

Impactos globais: ou o caso de Angola

Embora os diamantes cultivados no laboratório Ganham estejam no mercado, as operações tradicionais enfrentam novos desafios. A indústria diamantífera de Angola, por exemplo, enfrenta uma queda significativa dos preços no primeiro semestre de 2024. A Empresa Nacional de Diamantes de Angola (ENDIAMA) reporta quedas de 30% a 55% nos valores esperados, afectando a economia nacional e o mercado global.

Durante um workshop recente, Laureano Receado Paulo, executivo da ENDIAMA, destacou as dificuldades do sector, que reflectem as mudanças no comportamento do consumidor e a crescente popularidade de alternativas como os diamantes cultivados em laboratório. Estes desafios são para uma indústria em transição, onde o equilíbrio entre tradição e inovação será crucial para o futuro.

Por Lucía Ferrer

Especialista en Economía